Ela era extremamente linda e o pior, tinha conciencia dessa beleza e a usava ardilmente para seduzir os pobres coitados que dela se enamorasse, pricncipalmente para conseguir alguma vantagem. Não se impotava muito com esse papo de escrúpulos. "isso come o que?" zombava ela quando ouvia esta palavra. desde muito nova era dada a mentiras. quando aprontava alguma coisa botava culpa no irmão que era doente mental. A medida que foi crescendo creceram também sua beleza e sua perversidade para com os homens. "são uns bobos!"
Caboclo sertanejo olhou pro céu, Nenhum sinal de chuva para à seca aliviar. Olhou ao seu redor e viu só tristeza Mato seco, terra cinza e muita pobreza. Os olhos cheios d'água e a boca trêmula Murmurou uma prece pra nosso senhor.
Uma triste chuva caía naquela tarde do dia x agosto de 1999. Na casinha situado no número 60 da rua Xique Xique, bairro Caixa D'água, uma senhora de uns 70 anos deixava cair algumas lágrimas de pranto junto a um caixão aberto. Os presentes, umas oito pessoas no máximo ,se espremiam na pequena sala contemplando em silêncio a cena. Vez em quando alguém ia até o caixão e colocava a mão na face do defunto. Nadinha -era essa a alcunha do de cujus-havia falecido na madrugada, após agonizar durante três longas horas, gemendo de dor, sem nenhuma assistência médica ou qualquer que fosse . Foi encontrado pela irmã, já de manhãzinha, caído no chão batido da salinha da humilde residência. Não obstante agonia por conta da horrível dor quando de seu perecimento, a morte de Nadinha representava em verdade o fim de uma longa jornada de sofrimento e toda sorte de privações .{o qual começou ainda em sua mocidade qunado foi vítima de um...
Comentários